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Assistí o striptease e ganhei uma gulosa da Michy

Assistí o striptease e ganhei uma gulosa da Michy

Dar uma trepada é muito fácil. Pegar o pênis duro, em uma boceta, bombar e gozar. O que vai determinar o nível de satisfação, são as variantes. Detalhes que fazem a diferença.
Entre milhares que coisinhas ligadas ao ato sexual, algumas delas são tão deliciosas quanto ao coito em sí. Um olhar de safada, gemidos, palavras, caricias, beijos, uma gulosa, etc.
Hoje narrarei algo inusitado que vivenciei há pouco. Acabei não comendo (puxa, como vem acontecendo isso comigo!), mas, o prazer que sentí, valeu por muitas fodas.
Fiz contato com uma gata que comentou um conto meu. Escrevo por puro prazer, para divertir, excitar e massagear meu ego. Algumas histórias são pura fantasia, outras de situações reais que viví, e admito, com pinceladas a mais para torná-las atrativas aos olhos do leitor.
O escopo menor é conseguir parceiras sexuais. Mais em fazer amigos(as) para conversar, sem qualquer pudor ou tabus sobre um assunto gostoso e tão puditabusado (existe isso? se não, passa a existir) como o sexo.
Mas, voltando à garota, ela é casada há oito anos, adora meter, bem comida pelo maridão, porém, com muitas fantasias, inclusive de pular a cerca um dia, para comprovar se a grama do vizinho é mais verde. O esposo receoso, garantindo que a grama do vizinho é roxa (por azar, a cor predileta dela), mas, no fundo, doido para vê-la no quintal ao lado.
Em conversas notei que além de tesudinha era alguém interessante. Morena, 27 anos, olhar profundo, gostosinha, altamente comível (este também passa a existir). O problema é que sou do sul e ela de Sergipe.
Resolví fazer uma surpresa. Inventei um caso jurídico no nordeste, aproveitei as passagens aéreas promocionais e acabei em Aracaju. Há muito queria conhecer a cidade histórica de São Cristovão, a quarta mais antiga do país e o que viesse a mais, seria lucro.
Do hotel na praia de Atalaia, passei um e-mail para ela, dizendo onde estava hospedado. Passei o dia em São Cristovão, passeando pelas ruas calçadas com pedra sabão, fotografando casarões coloniais, igrejas, convento, pracinhas e coreto. Ao retornar a Aracaju, havia um recado dela na recepção, com numero de telefone.
Liguei meio constrangido. Ela não demonstrou nenhuma contrariedade, ansiosa até pelo encontro. Marcamos então para noite, num barzinho na Passarela do Caranguejo.
Cheguei cedo, peguei uma mesa e fiquei apreciando a musica ao vivo enquanto sorvia uma loira gelada (cerveja, tá?). Tão absorto que não percebí a chegada de um casal. Ela sim, me identificou fácil. Afinal, eu era o unico oriental no pedaço.
Confesso que a presença do marido me assustou um pouco. Mesmo assim, não deixei de reparar na garota. Mais bonita ao vivo, uns 1,65m, cintura fina, quadril largo, bunda grande, seios fartos, loira tingida realçando a pele cor de chocolate, baton vermelho se destacando nos labios carnudos. Pensei com meus botões: ¨Vai faltar areia para este caminhaozão, tração 4 x 4¨.
Ao cumprimentar, fui beijar a face e acabei ganhando um selinho no canto dos lábios. Ela agindo como estivesse diante de um velho amigo. E eu, sem graça, sem saber em que terreno estava pisando, o que o maridão representava, se asfalto firme de cumplice ou um inocente poço de areia movediça, prestes a me engolir.
De qualquer modo, o aroma de jaboticaba que exalava do seu corpo já mexeu com minha libido. Pensei comigo: ¨Quem está na chuva é pra se molhar… rezando para que um raio não caia na cabeça¨.
O papo rolou descontraido e logo estavamos falando do tema puditabusado. O maridão finalmente abriu o jogo:
– Pois é, cara, nós temos uma fantasia de transar com alguém assistindo. Só assistindo, tá? Você topa?
A proposta era interessante. Ia assistir uma sessão pornô ao vivo e no fundo, tinha uma ponta de esperança que sobrasse algo para este espécime único de ¨japanisis brasiliensis taradus erectus¨.
– Tá bom. Vou adorar vê-los metendo.
E assim acabamos indo num motel. O difícil foi passar pela portaria, abaixado no assoalho do banco traseiro do carro deles. E depois, na garagem, preocupado que alí tivesse cameras de segurança. A adrenalina era maior que a excitação.
Já no quarto, testoterona à toda. Michy ligou o som ambiente, foi ao banheiro e ficamos eu e o maridão, arrumando coisas para fazer, disfarçando a ansiedade. Pegamos um vinho e enchemos as taças. Liguei a TV num canal pornô onde um pauzudo tatuado, arregaçava uma morena.
Michy então apareceu, toda produzida, como uma deliciosa putinha. E ao ritmo da música, começou a dançar sensualmente, se exibindo, provocativa, tirando a blusinha. Pude então apreciar os seios enormes e redondos estufando o sutiã preto.
E lentamente, rebolando, fez cair a mini-saia, mostrando as pernas torneadas, ornadas com meia 3/4 e terminando nas sandálias de salto alto. Apareceu então a calcinha de rendas preta que ela ameaçou tirar.
Soltou as mãos e virou de costas como estivesse envergonhada. Safadinha, ela sabia criar o impacto. Sim, quis nos mostrar aquela bunda exuberante. A cintura fina realçava as nadegas volumosas. Só então, reparei num coraçãozinho de inox que ornava a peça íntima.
Meus olhos acompanhavam tudo, tão rapido como se assistisse uma partida de tênis, só que além de esquerda e direita, ia para cima e para baixo, entupindo o cérebro de imagens excitantes e este, coitado, tão ocupado em memorizar cada detalhe.
E ela nos fitava, embevecida pelo desejo que causava. Pegou a taça de vinho, sorveu fazendo muxoxos, dando tempo para degustarmos com os olhos aquele corpo delicioso. E depois de torturante demora, tirou o sutiã e jogou para mim. Coloquei na cara, aspirando o aroma de jaboticaba misturado com a fragrancia daquela femea deliciosa, Michy.
Meu cacete duro, a ponto de explodir. E quem não se conteve, foi o maridão que já pelado, melou o show, entrando em cena, todo tarado, arrancando a calcinha, derrubando-a na cama e caindo de boca na xoxota lisinha. Ela se contorcia toda, gemendo e adorando a mamada:
– Ah, delícia, chupa, vai chupa, ah, delícia…
E teve o primeiro orgasmo. O maridão enlouqueceu de vez, olhando a expressão facial dela gozando. Colocou ela na posição de franguinho assado e enfiou o pauzão de 19 cm, na bocetinha pequena e rosada, enquanto beijava o pescoço, orelha e seios da esposa.
E eu, espectador privilegiado, acariciando meu ¨secretário¨ todo inchado, tentando ver cada detalhe, pensando que por não ter tido filhos, a grutinha dela deveria ser deliciosamente apertada. Abaixei a bermuda e libertei a pica agoniada.
Trocaram então de posição, com ela de quatro. O maridão se esforçando para mostrar a outro macho, como ele satisfazia aquele pedaço de mau caminho. Bombava por trás, agarrando os cabelos dela e me dizia:
– Puta que pariu! Como é gostosa esta safada! Uma putinha gostosa, linda, gostosa, tesuda!
E ela rebolando, não tirava os olhos de mim, nessa altura tocando uma punheta. E a Michy dizendo:
– Isso, delicia, me come, vai. Mete, que gostoso seu pau dentro de mim. Aii, isso, vai, delicia, isso, ah, vai fode sua putinha, vai…
E acabaram gozando enroscados, trocando juras de amor. Ela se levantou e só então, tirou as sandálias e as meias, enrolando-a cuidadosamente.
Reparei que ela cochichou algo no ouvido dele, que assentiu com a cabeça. O que seria ? Ela me levou ao banheiro e pediu:
– Me ensina usar a banheira japonesa ?
Na suite tinha um ¨ofurô¨ ao lado da hidro. ¨Ah, era isso¨, pensei meio decepcionado.
Abri as torneiras para encher o ¨ofuro¨ de agua morna. E disse que normalmente, se lava o corpo antes de entrar nela. E a safadinha dizendo:
– Entra junto comigo ?
E começou a tirar a minha camiseta. Com o rabo dos olhos, olhei pelo espelho e ví refletido o maridão que deitado na cama, parecia não estar nem aí. Aquilo me tranquilizou e rapidamente, me despí, um tanto incomodado pela rola intusmescida, a ponto de estourar.
Ela me puxou para o box. Ligou o chuveirinho e se lavou, com cuidado para não molhar os cabelos e a gargantilha preta, única peça de vestuario que usava.
Eu alí, sem saber se o sinaleiro estava em vermelho, amarelo ou verde. Se continuava com o pé no freio, se soltava a embreagem e acelerava levemente abraçando aquela tentação cor de chocolate ou se arrancava com tudo, caindo de boca, mãos, pica e até a aura se ajudasse.
Ela molhou minha ferramenta ¨made in Brazil¨ com tecnologia niponica, pegou com a mão esquerda e com a mão direita ensaboou, lavando e fazendo caricias leves, quase uma punheta.
– O primeiro penis que eu pego, sem ser do meu marido.
Ao ouvir ela dizer aquilo, fechei os olhos e para não gozar, até imaginei o Confiança goleando o Corinthians.
Entramos no ¨ofurô¨ e ganhei um beijo molhado, a senha para liberar carícias mais intimas. E ficamos naquele amasso, prazeiroso em dobro pelo aconchego do banho de imersão.
Ela me fez sentar na borda da tina de madeira. E sem tirar seus olhos dos meus, foi agachando e passou a pontinha da lingua na cabeça do meu pau. Sentí uma descarga elétrica de mil volts. E alternando com lambidas, ficou me torturando. Entreguei os pontos e supliquei:
– Vai lindinha, chupa, vai gostosa!
Michy então envolveu a cabeça com a boca quente e molhada. E devagar, continuou me judiando, sugando devagar. Quando dei por mim, já segurava a cabeça dela pela nuca e fodia aquela boquinha apetitosa. Com tanto tesão reprimido, mal deu tempo de avisar:
– Vou gozar, queridinha, vou gozar!
Ela tirou a boca e o jato de esperma espirrou em seu rosto. Michy me olhando com ar de safada, espalhando a porra pela face, provocante, com a lingua se movendo, tentando lamber a gala.
Só então, demos conta que o maridão estava assistindo tudo, na porta do banheiro, novamente de pau duro e com um tubo de gel lubrificante nas mãos. Untou no cacete falando:
– Mamou na rola do Japa, né, sua putinha! Agora castigo, vai levar rola no rabo!
Ela saiu da banheira e apoiada na borda, deixou o marido lubrificar o cuzinho com o dedo cheio de gel, empinou a bunda generosa e preparou para ser sodomizada. Pude ver uma breve expressão de dor em seu rosto, quando o cacete passou pelo anelzinho.
Logo ela estava rebolando. Pegou minhas mãos e colocou em seus seios. E enquanto era enrabada pelo esposo, me beijava e quando podia, falava gemendo:
– Isso, ai, arromba meu cuzinho, vai, isso, vai cachorro, ai, me come, vai, isso…
Mesmo sem qualquer comprimido para disfunção erétil, meu cacete deu novamente sinal de vida. Fiquei louco de vontade de sair da banheira, e entrar na festa, metendo naquela xaninha apertada, fazendo um sanduiche com a Michy de recheio.
Mas fiquei firme, só passando a mão ao longo dos lábios daquela bocetinha depilada, acariciando o grelhinho com o dedo médio e ouvindo os urros e gemidos dos dois. Até que foi outra explosão de gozo e orgasmo.
Ao ir embora, antes de descer do carro, o maridão me dizendo:
– Pô, ficamos surpresos de você não tentar nada, japa. Se pedisse com jeito, acho que ela teria dado prá você.
Ainda vou novamente a São Cristovão comer cavaco chinês e quem sabe, outra iguaria local cor de chocolate…