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Conto de Sexo Amador Nacional – Tarde Insana e Profana

Conto de Sexo Amador Nacional – Tarde Insana e Profana

Conto de Sexo Amador Nacional – Tarde Insana e Profana:

Vanessa era uma mulher muito descolada e muito desenrolada. Embora já estivesse na casa dos trinta, sempre teve um pensamento liberal. Sempre foi da opinião de que mulher tem que fazer o que quiser, sem nenhum medo ou tabu. Pode se dizer que não tinha muitas regras, não seguia o padrão dona de casa, e muito menos aquele padrão de mulher politicamente correta, séria com uma certa postura. Vanessa se jogava de cabeça no que desce vontade. E se tratando de homens, usava e abusava. Não dava a mínima para a opinião dos outros, que a achavam ousada demais, alguns até julgando-a como mulher fácil. Na verdade ela era bem resolvida, isso sim. Daquelas com autoestima lá em cima, autossuficiente na medida certa e cheia de fogo, além de ser muito gostosa!!!

Ia regularmente à academia, gostava de manter o corpo em forma. Era seu cartão de visitas na hora da conquista. Saia quase todo final de semana, sempre em barzinhos e boates muito bem frequentadas, pelos bem sucedidos solteiros da cidade.

Nesse sábado, após treinar pesado na academia, voltava para a casa numa corridinha, para poupar-se da esteira, além de ser super mais saudável.

Calça leggin apertada, marcando seu sexo, blusa bem decotada, suada. Uma visão que despertaria desejo até nos mais ponderados homens.

No meio do caminho, percebeu um carro indo muito lentamente a seu lado. Era um  Honda Civic preto, de vidros escuros, grandes rodas cromadas. Vanessa adorava homens com carrões, se sentia poderosa. Não conseguia disfarçar sua atração pelo carro, e a curiosidade por saber quem estava ao dirigindo.

Eis que o vidro do motorista desce lentamente e ela o vê. Moreno, alto, olhos de mel. Um homem charmoso, aparentando seus 25 anos, no máximo 30 e pelo visto super bem sucedido.

Ele ofereceu-lhe uma carona fazendo um gesto com a cabeça chamando-a para dentro. Não havia dúvidas de que a desejava, logico.

Vanessa, como sempre decidida e muito confiante, aceitou a provocação, indo em direção ao carro. Não era de a sua personalidade dispensar uma boa oportunidade. Sem falar que se sentiu profundamente atraída por ele.

Entrou no carro, sorrindo, muito simpática. Não pode deixar de reparar em seu corpo, ombros largos, braços fortes, coxa desejável, era um belo homem. Puxou um assunto qualquer, deixou que ele falasse. E foi envolvendo-o com seus gestos, olhares penetrantes e sorriso maldoso e safado.

Sem mais demora, ele arrisca um beijo. Vanessa corresponde ardentemente.

Dali então só havia um caminho para os dois…

Ainda no caminho para sua casa, ela passou a mão sobre sua coxa, apertou, sentiu, até chegar a seu sexo. Abriu o zíper devagar, pegou-o na mão apalpou e começou a deslizar. Ele se controlava, tentando manter a atenção no volante, ela apertava o lábio entre os dentes e olhava arduamente para ele.

Chegaram a sua casa. Apesar de adulta, Vanessa ainda morava com os pais, esteva muito ocupada em manter status, roupas e uma vida de baladas para suprir as necessidades básicas de uma casa só sua.

Os pais dela logo chegariam o que dava um tempero a mais àquele momento…!!!!

Em seu quarto, entre aquelas quatro paredes o clima era de entrega e muito anseio.

Roupas atiradas ao chão, cama fazendo barulho. Os dois não perderam tempo.

Vanessa gostava de dominar no sexo, era muito autossuficiente e egocêntrica, mas desta vez estava se deixando levar por ele, por aquele jeito safado que a envolvia e consumia.

Ele arrancou sua roupa, deu-lhe um tapa no rosto atirando-a na cama, ela ficou maluca de tesão.

Pulou em cima dela, segurando suas mãos acima da cabeça, dando fortes beijos e mordendo seus lábios. Abaixou as calças, e a penetrou com força. Segurou com uma das mãos sua boca para que ela não esboçasse nenhum gemido. Usou-a de todas as formas que lhe passaram a cabeça, não economizou tapas e chupões por todo o corpo.

Ele era selvagem, gostava de dominar. Abriu suas pernas com brutalidade, segurou seus seios, acariciando com ferocidade, e a adentrou. Fazia caras e bocas, um olhar escuro, absorvente. Falava palavras firmes, rangia os dentes. Vanessa nunca teve um homem assim, nenhum outro a obteve daquele jeito.

Estava montando-a de quatro. Abafou sua boca com um travesseiro, fazia movimentos fortes, mas não tão rápidos. Era uma veemência de prazer, loucura e um tanto de raiva, postos para fora de uma maneira exorbitante.

Eis que o portão range… Os pais de Vanessa haviam chegado, fodeu.

Não havia tempo, estava tudo de pernas para o ar, a porta estava entre aberta.

Sem mais demora, ele deu seus últimos “golpes” de prazer, agora puxando os cabelos dela com força para trás e soltando-os após uma rápida, mas deliciosa ejaculação com total adrenalina.

Num sobre salto pegou suas roupas, pulou a janela e em menos de 30 segundos, Vanessa ouviu o ronco do carro, seu carrão preto, lindíssimo, agora estava ao longe. Havida ido embora.

Os pais nem notaram que algo tão promiscuo e indecente acabará de acontecer ali.

Vanessa ficou por alguns minutos jogada na cama, se sentindo usada e abusada, como sempre fazia, mas como nunca havia sido feita.

E depois de muito refletir, deu um sorriso malicioso e percebeu que gostou.

Nunca mais o viu por aquelas bandas e não havia como procura-lo, pois ele não havia dito seu nome… Tudo isso ficou apenas na sua lembrança como momentos alucinantes de uma tarde profana e muito muito insana.