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Conto de Sexo Nacional – O Segurança da Minha Empresa

Conto de Sexo Nacional – O Segurança da Minha Empresa

Meu ex marido havia indicado um rapaz para ser o segurança na empresa que trabalho. O nome dele é Luís e ajudei na contratação mesmo não indo muito com a cara dele. Algumas pessoas me zoavam dizendo que meu ex tinha colocado ele para me espionar, mas isso não me incomodava.
Luizão era querido por todos, apenas eu achava ele muito folgado. Não demorou muito para que ele se envolvesse com as meninas da limpeza. E sua fama de pegador acabou circulando por toda a empresa.
Mas confirmei todas essas historias ao entrar em um dos banheiros do escritório e ouvir duas das funcionárias da limpeza, comentarem sobre a habilidade do negão de 1,89, e uns 100 quilos de músculo tinha no sexo.
Apesar de ouvir tudo que ele parecia ser capaz, sua imagem de cafageste e folgado para mim não mudava, e para ser sincera só aumentava minha empatia com ele.
Apesar de sempre me tratar com respeito, Luizão sempre que falava comigo me olhava de maneira diferente das demais mulheres que trabalhavam comigo, seu olhar para mim era meu predador e tarado.
As coisas mudariam um pouco entre nós quando em uma noite por coincidência nos encontraríamos em uma quadra de escola de samba.
Luizão não sossegou enquanto não conseguiu falar comigo, notei ele me rodeando até encontrar a oportunidade.
Primeiro fingiu surpresa me encontrar em uma quadra sambando, como se não soubesse que eu adorava aquilo.
Depois quis mostrar como era conhecido na quadra, nada daquilo mudava sua imagem.
Mas na hora de eu ir embora, Luizão insistiu em me acompanhar até o carro, disse que não precisava, mas ele insistiu, dizendo que já estava acostumado a abrir varias vezes a porta de meu carro na empresa.
Respondi que aquela noite estávamos de folga e que não precisava fazer aquilo, mas ele ainda sim insistiu e me acompanhou até o carro.
E quando chegamos ao carro ele disse:
“Nossa é diferente ver alguém do escritório assim, principalmente você, sempre tão séria, com roupas sociais. Aí chega aqui é shortinhos, sorrisos se divertindo, sambando, parece até outra pessoa.”
“Com todo respeito, dá até vontade de agarrar e beijar!”
E antes que eu pudesse responder qualquer coisa, foi oque ele fez, me agarrou e beijou com força!
Sua boca quente e gostosa, sua mãos grandes e firmes me apertando com força contra seu corpo, não me deixou eu resistir e por mais que eu não quisesse eu não conseguiria sair dali e até por que naquele momento eu não queria sair.
Quando Luizão parou de me beijar, eu apenas abri a porta do carro e entrei, não trocamos uma palavra se quer, apenas nos olhamos.
No meu apartamento enquanto tomava banho, pensei naquele beijo e quando menos percebi já estava me tocando, pensando nas conversas que havia escutado a respeito dele e sobre tudo o nosso beijo.
Como na outra manhã seria domingo eu não encontraria Luizão e isso por um lado seria bom, mas por outro lado me deixaria com mais vontade de reencontra lo e repetir aquele beijo.
Na segunda feira encontraria Luizão logo pela manhã e imaginei que assim que eu saísse do carro ele me agarraria e iria fazer tudo aquilo que fazia com as meninas da limpeza.
Mas tudo isso era só imaginação e um doce engano, Luizão me recepcionou como todos os dias fez, forçando sua simpatia e educação duas coisas que sempre achei que ele não tem.
Aquela segunda feira, parecia ter sido mais longa do que qualquer outra, sempre que via Luizão conversando com algum homem do escritório, imaginava que ele estava falando de mim.
Os dias foram passando e minha mania de perseguição foi indo junto.
Constatei que aquele beijo havia sido só um acidente, afinal não tínhamos nada em incomum.
Quase três semanas depois daquele beijo fui convidada para uma roda de samba em que uns amigos iriam tocar, o local uma padaria, fui prestigiar meus amigos.
E lá pelo meio do samba eis que Luizão me aparece, desta vez demonstrando ainda mais surpresa.
Me perguntou oque eu fazia ali e respondi que prestigiava alguns amigos que estavam tocando.
Então ele me surpreendeu ao dizer que morava na casa de cima da padaria.
O resumo do restante do nosso papo era, se eu estava gostando daquela musica, ou se próxima era melhor.
As coisas só mudaram um pouco quando Luizão quis dançar comigo.
Com seu corpo colado ao meu dançando ele me fez sentir um calor entre as pernas!
Desta vez quem procurou um beijo, fui eu!
Novamente eu sentia aquelas mãos fortes percorrendo meu corpo, Luizão interrompeu o beijo para me chamar para conhecer sua casa.
Por mais que eu quisesse, respondi que não!
Mas para ele parecia não fazer diferença minha resposta, pois o não pareceu um sim e ele segurou em meus braços e me levou até a porta de que dava acesso a escada que levaria a sua casa!
Mas antes de abrir porta ele me encostou nela e ali mesmo na calçada parecia querer transar comigo!
Quando conseguimos subir para sua casa, Luizão mostraria toda sua selvageria, consegui salvar pelo minha blusinha e shorts, pois o sutiã e a calcinha ele rasgou, o único problema é que minha blusinha era transparente e deixava o sutiã aparente, mas naquele momento isso não me importava!
Totalmente nua, Luizão percorria com sua língua meu corpo, quando mamava meus seios dava tapinhas com a mão em minha xaninha, quando beijava minha xaninha, apertava forte meus seios!
Era uma tortura excitante!
Por mais de meia hora Luizão me chupou e beijou meu corpo, fazendo me gemer e gozar deliciosamente!
Por bem pouco ele não me fez gozar duas vezes só me chupando!
Agora era minha vez de dar prazer aquele negro gostoso.
Luizão tirou sua rola negra de uns 18 cm, mas extremamente grossa.
Com dificuldade coloquei aquela rola de cheiro forte em minha boca, Luizão fodeu um pouco minha boca, mas oque ele queria mesmo era me penetrar.
Perguntei a ele aonde estava o preservativo?
Luizão abriu bem minhas pernas e antes de enfiar respondeu:
“Eu gosto assim, que é para sentir o prazer bem na pele!”
E de uma só vez Luizão enfiou com toda virilidade seu pau em mim!
Luizão parecia fazer questão de jogar todo seu peso em cima de mim, me deixando sem ar, e a falta de ar parecia aumentar um pouco mais o prazer!
Meu prazer era tanto que não demorei a gozar!
Ao me ver gozar pela segunda vez, Luizão não pensou duas vezes em se satisfazer ainda mais, com força me virou e me posicionou de quatro!
Começou a pincelar seu pau em meu cuzinho e só não enfiou, por que eu gritei dizendo não!
Ao me perguntar por que não?
Respondi ser virgem do cuzinho e não está preparada naquele momento para fazer aquilo!
Luizão não discutiu mas enfiou com mais vontade ainda em minha xaninha de quatro!
Ele puxava meus cabelos com vontade e dava tapas com força em meu bumbum.
Suas estocadas eram cada vez mais fortes e rápidas, logo senti que ele iria gozar!
Mais antes dele me encher minha xaninha de porra, ele me surpreendeu, sacou seu pau de minha boceta e enquanto eu esperava uma possível esporrada em minhas costas, ele rápido e sem esperar por um sim, enterrou com toda vontade sua vara negra em meu cuzinho, arrancando me um berro que talvez desse para se escutar a quilômetros dali.
Luizão socava seu pau com vontade em meu cuzinho e ainda falava enquanto eu gemia:
“Eu sei que a madame gosta!”
Eu apenas gemia e sentia seu pau inchar até me encher todinha com sua porra!
Depois que gozou, ele apenas perguntou se eu queria me limpar ou se já iria embora.
Peguei minhas coisas não me despedi dele e desci as escadas, naquele momento não saberia responder se havia gostado de fazer com ele ou não apesar de estar satisfeita sexualmente mas insatisfeita com a falta de carinho da sua parte.
Me senti usada, mas ainda viria mais pela frente…