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Conto de Sexo Nacional – Surra de Pau na Val

Conto de Sexo Nacional – Surra de Pau na Val

Valquíria era mulher do meu primo, e minha vizinha. A gostosa era judiada pelo meu primo bêbado que a batia sem motivo algum, apenas por ciúmes.

Um dia ela chegou chorando no meu portão. Me pediu, pelo amor de Deus, que deixasse ela ficar lá em casa até o Armandinho se acalmar, que ele tinha lhe dado uns tapas e estava embriagado e ameaçando matá-la.
Tive pena da coitadinha e disse que poderia ficar, que ali ninguém ia tocar um dedo nela.

– Obrigada, Aurélio – ela me respondeu, tomando com as mãos trêmulas o copo d’água que eu tinha ido pegar na cozinha.

– E cadê ele? – perguntei.

– Saiu pra beber mais…
Depois que ela se acalmou, perguntei o que acontecia, qual o motivo da surra dessa vez.
– O de sempre: ciúme; esse homem tem tanto ciúme de mim que fica imaginando absurdos.

– Mas algum motivo tu deu.

– Num dei, não. Juro que não dei.
Olhando pra Valquiria, uma mulher jovem, gorda, branca e bonita, era fácil entender por que meu primo sentia tantos ciúmes. Aquilo era uma delícia de mulher. E só andava toda decotada, com vestidos caseiros moles que delineavam um bundão avantajado e empinado. Eu mesmo era tarado naquela abundância.

– Até parece que sou mulher traideira, viu…

– Mas andaram falando umas coisas de ti por aí…

– E é pra acreditar? Conversa de fofoqueiras…

Perguntei se ele lhe tinha batido muito dessa vez. E ela me respondeu mostrando os braços grossos e bem torneados. Estavam vermelhos de levar cintadas. Nessa hora, a coitada começou a chorar de novo. Fiquei com uma dó! Fui consolá-la sentando junto dela no sofá.

– Vou falar com o primo… isso não se faz… que covardia!

– E ainda tem mais, viu… olha o murro que ele me deu. Me diz se não tá roxo…

Ela puxou o decote do vestido junto com o sutiã . Saltou pra fora um pedaço do peito grande e branco. Vi com água na boca a auréola inchada e o bico marrom saliente. Tinha mesmo uma mancha roxa marcando a pele. Comentei, indignado, que aquilo já era caso de polícia. Prometi que ia ter uma conversa séria com meu primo.
Depois de me mostrar a mancha no peito, levantou a barra do vestido pra eu ver os vermelhões nas coxas.

Então apareceu um pouco da calcinha.

– Olha aí o que animal fez comigo… tudo cintadas que ele me deu…

– Mas isso não se faz…

Enquanto ela apontava as tiras vermelhas, toda chorosa, eu olhei pro meio das pernas dela e vi o monte da buceta e a racha aparecendo na calcinha. Cheguei mais perto ainda e puxei o vestido. Ela deixou, calada. Apareceu uma lingerie branca e rendada. Dava pra notar uma buceta peluda e gorda. Babei vendo aquilo. Estava com a cueca já arrebentando de tesão.

– Tadinha… está toda marcada… – eu disse e fui passando a mão pelas coxas dela.
Subi e peguei de cheio no bucetão. Apertei com gosto. Ela soltou um suspiro desesperado e veio com tudo pra cima de mim, me beijando. Quando nos afastamos, ela não perdeu tempo e na maior pressa do mundo abriu meu zíper e caiu de boca na rola já tesa.

Chupou gostoso, mas eu queria outra coisa. Tinha uma tara na mulher do meu primo e aquela era a minha chance.

Conduzi a puta pelos cabelos e a fiz ficar de quatro no sofá. Ela tinha jogado a calcinha longe, doida pra dar (ou pra se vingar do marido?).

– Teu marido come teu cu? – perguntei passando saliva na cabeça do pau.

– Já comeu… eu gosto. Vem…

Valquiria ficou de rabão empinado, apoiando as mãos no encosto do sofá.
Abri suas nádegas e passei saliva também no seu cu. Ela suspirou e jogou a bunda mais pra trás. De pé, por trás dela, encaixei a ponta da rola na rodelinha e empurrei. Quando senti as pregas cedendo, ela abriu a boca a gemer, a me xingar e pedir que eu socasse mais fundo, doida de tesão. Meu pau escorregou molhado. Foi socando, indo e vindo, alargando o anel daquele cu delicioso. Bombei contra a bunda da safada, apertando os peitos inchados de tesão. Comi aquela bunda me esforçando pra não gozar logo. Mas depois de uns minutos metendo sem parar, o tesão chegou ao limite e eu esporrei no fundo.

– Assim eu fico apaixonada, Aurélio…

A puta brincou comigo, enquanto se vestia pra sair.

– Cuidado que agora ele tem um motivo sério pra te matar.

– Não tem importância; com você vale a pena arriscar.

Ela disse e saiu sorrindo, rebolando o rabo.

Claro que depois não ficamos só naquilo. Até pouco tempo atrás a mulher do primo vinha aqui em casa sempre que ele a espancava, segundo ela, sempre sem motivos.