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Conto Porno Amador Brasileiro – Cheirando a Sexo e a Tequila

Conto Porno Amador Brasileiro – Cheirando a Sexo e a Tequila

Conto Porno Amador Brasileiro – Cheirando a Sexo e a Tequila:

Demorei alguns segundos para recobrar os sentidos depois disso. Minha cabeça latejava e meu corpo estava gostosamente relaxado e dolorido. Sentando-me bem lentamente, joguei meus cabelos desgrenhados para trás e olhei para a bagunça da cena… Oh, droga, nós havíamos transado bem gostoso. E muito.

Ao recapitular cada canto do quarto sentia um latejar gostoso no meio das minhas pernas… Roupas pelo chão, algumas que eu mesma lembrava-se de ter arrancado daquele corpo quente e jogado ao chão, jogado na cômoda… Na cabeceira da cama. Tinha sido pra mim talvez a melhor madrugada da vida, a melhor experiência sexual que eu seria capaz de repetir infinitas vezes, se tivesse coragem. Qual seria o protocolo do dia seguinte? O que eu poderia dizer para alguém que não me conhecia, mas que eu havia entregado meu corpo? Eu não sabia. Ele tinha uma tatuagem, um dragão no estilo oriental, que tomava todas as suas costas. Deitado de bruços, enquanto eu ainda tomava coragem pra ir embora. Reparei como o dragão se moldava a cada centímetro do seu corpo. Sombreado e todo negro, o dragão era como o meu gostoso estranho: belo e perigoso.

“ Abra os olhos, Paula”, ele havia ordenado com a respiração quente no meio das minhas pernas, “Quero que se lembre de ter gozado assim com um homem, gozado de verdade mesmo veja só. “Quero você sensível quando eu enfiar tudo de uma só vez”, e sem mais delongas ele me lambeu inteira… devagar e gostosamente, sem pressa, como se nada mais importasse. Eu nunca havia sido chupada assim, de um modo em que me sentisse exposta e gostasse disso, gostasse do que ele estava fazendo, ordenando, tomando de mim.

Ele havia conseguido, claro, me deixar sensível, pulsante… Recordando do orgasmo maravilhoso com a língua daquele estranho, eu estremeci. Hora de voltar a realidade, Paula. Não é mesmo, não é?

Foi martirizante procurar cada peça de roupa minha naquele espaço bagunçado, cada cantinho desorganizado tinha agora uma parte prazerosa de mim… “Ah…”, eu havia gemido bem gostoso, quando levantando minha cintura, ele me pressionou na cômoda, abrindo minhas pernas e tomando um dos meios seios com a boca.

“Você é gostoso”, era tudo o que eu repetia algumas vezes… Porque, sinceramente, era tudo o que eu conseguia pensar. Suamos demais, gozamos demais, lambemos demais… Foi violento. Violentamente bom, constatei por fim, quando ao por meu vestido notei algumas marcas roxas na minha cintura e no interior da minha coxa… Ah sim, violentamente bom demais! Ele havia segurado minha cintura com força, ordenando como se eu fosse sua, que eu gozasse…de novo. E por mais que não me houvessem forças, sua voz firme me levou a loucura novamente me deixando completamente louca.

Calçando meu salto e tentando recompor o pouco de razão que ainda me restava, olhei pra trás… Ele era gostoso, quente… Bem, ele foi tudo o que eu havia precisado. Mas e agora? Só uma transa, Paula, eu me lembrei. Porém sem conseguir conter meu último impulso, fui embora deixando um único bilhete, uma pequena numeração.

Entrando no meu carro, que por sorte eu me lembrava de onde tinha estacionado, olhei pra casa de quem havia me dado uma enorme noite de prazer… Recostando a cabeça no banco eu revivi a nossa noite, revivi cada fragmento da sua voz, das suas mãos firmes me pegando, do seu membro me preenchendo, da sua língua me possuindo… Ligando o carro, fui embora.

Eu cheirava a sexo e a tequila de verdade.

Na verdade eu tinha o cheiro dele, da pele dele, do nosso contato… Nosso atrito. E eu sabia que nunca mais conseguiria beber tequila na vida sem lembrar-se daquela barba por fazer no meio das minhas pernas, daquela boca, daquele…

Oh, será que ele irá me ligar mesmo?

Masturbando-me no chuveiro, algumas horas depois, eu esperava que sim e que fosse o mais rápido possivél. Esperava muito que sim. Naquela manhã seguinte, eu transei com meu estranho no chuveiro.

A água quente bateu pelo meu corpo, escorrendo pelos meus seios fartos, que enrijeceram de imediatos. Fechei os olhos, imaginando como seria aquele corpo tatuado colado ao meu… Seus lábios passeando pelos meus seios… Minha barriga…meu quadril… Minha… ah…

Nunca tinha sido fácil pra mim chegar a um orgasmo sozinha, nunca entendi muito bem como as pessoas conseguem se dar prazer sem outro corpo, outra pele. Mas apenas com a lembrança do cheiro, do toque, do sabor, com as lembranças do meu moreno perigoso e um toque suave no meu clitóris eu descobri que gozaria prazerosamente.

Com uma mão entre as minhas pernas e a outra apoiada na parede eu trouxe de volta a presença daquele corpo, daquela voz. “Você não sabe o quanto, desde a hora em que eu te vi, precisei ter você… Imaginei nós dois em diversas posições”. Eu estava à beira de um orgasmo e de uma loucura. Precisava vê-lo mais uma vez.

Na minha mente, embaixo de um chuveiro e de muitas lembranças, gozamos juntos novamente… Muitas outras vezes… E outras… E outras… sem fim”