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Contribuição de Conto Porno Brasileiro – Quicando Gostoso no Pau do Papai ( Incesto )

Contribuição de Conto Porno Brasileiro – Quicando Gostoso no Pau do Papai ( Incesto )

Contribuição de Conto Porno Brasileiro – Quicando Gostoso no Pau do Papai ( Incesto )

Mais um conto erótico que uma leitora do Porno Carioca nos enviou para [email protected], segue o email :

Olá queridos, meu nome é esthefani e estarei compartilhando um fato que me acontece.

Tenho 25 aninhos, sou morena 1,74 de altura, mais ou menos 70 quilos de olhos verdes claros, peitos médios, tenho uma lomba bem avantajada em seus 124 cm que deixa muitos de boca aberta, com curvas bem distribuídas, sou muito gostosa mesmo e sou formada em nutrição.

Vivo uma relação marido e mulher ( INCESTO ) com meu pai há mais ou menos 04 anos. Meu pai é moreno 1,90 de altura mais ou menos 100 quilos, olhos castanhos esverdeados, com um pau que sabe usar muito bem em seus 20 ou 22 cm.

Nunca imaginei ter qualquer tipo de relação intima com meu pai, mas com o tempo e cumplicidade foram acontecendo situações que proporcionaram tais acontecimentos.

Pedi que meu pai apertasse um vestido, pois precisava sair à noite, durante a tarde tive que experimentar este vestido muitas vezes e com isso precisei ficar nua ou semi nua para melhor ajustar. No final ficou perfeito, porém fiquei impossibilitada de sair com calcinha, pois como eu tenho uma bunda grande a calcinha iria marcar o vestido e não iria ficar legal, como vocês podem imaginar.

Posso dizer que a partir deste dia nossas vidas mudaram completamente, no decorrer dos dias notei que nossas conversas ficaram mais picantes, no começo estranhei um pouco, pois raramente conversávamos sobre sexo ou algo parecido, nunca me senti a vontade para este tipo de conversa. Ao poucos fui me sentido mais segura em falar sobre sexo, comecei a sentir prazer no decorrer das conversas, imaginava como seria “transar” e dar bem gostoso para meu pai, mas sempre com medo de que realmente acontecesse, o que diriam e como seria minha vida ser se as pessoas soubessem…

…notei que os olhares de meu pai começou a mudar, ele não me via mais como filha e sim como mulher e muito gostosa por sinal, fui notando que ele me desejava. Aos poucos começamos a brincar de selinho, no começo eu resistia, pois ficava sem graça em beijar o próprio pai, mas depois comecei a gostar desta brincadeira, jogávamos vôlei e deixávamos a bola cair atrás da casa, só para trocarmos selinho, uma vez era eu, e outra ele, mas sempre acabávamos atrás da casa trocando selinho.

Meu pai sempre soube que tenho cócegas em todo lugar do corpo, mas ele pegou meu ponto fraco, um ossinho da costela, toda vez quando estávamos assistindo ele pegava este ossinho e me fazia cócegas, notei que tanto eu quanto ele sentíamos prazer com esta brincadeira, algumas vezes notei que ele ficava de “pau” duro, mas eu disfarçava para que ele não notasse até porque é uma situação muito complicada o incesto no Brasil e no mundo.

De vez em quando eu encostava minha bunda em seu pau para ter uma ideia de como seria minha bunda todinha em seu pau. Ele me encochava e eu ficava molhadinha, como jamais ficaria na vida, mas disfarçávamos. Algumas vezes colocava a mão no pau dele que estava duro, e fazia de conta que não percebia e que tinha sido sem querer, isso nos deixava mais loucos de tesão ainda.

Reparei que meu pai sentia prazer em me olhar, e por isso comecei a usar camisolas mais curtas e mais transparentes, para que ele pudesse me admirar mais e mais. Sempre assistíamos filme durante a noite e comecei assistir de camisolinhas, na maioria das vezes eu dormia no meio do filme, certa noite enquanto dormia meu pai brincava com o bico do meu seio, e durante esta brincadeira acordei, mas como estava gostoso, não deixei meu pai notar que eu já havia acordado. Deixei que ele terminasse a brincadeira e após alguns minutos “acordei”.

Um dia meu pai pediu que déssemos um beijo mais “quente”, mas como sempre eu resisti, mas depois de algum tempo me permiti sentir mais este prazer e me liberei aos poucos para , no começo foi muito estranho beijar o próprio pai de língua, mas com o tempo fui acostumando e tendo prazer querendo beijar mais vezes. Tinha vez que terminávamos de nos beijar e eu ficava de pernas bambas e sem fôlego.

Meu pai queria brincar de “por a cabecinha”, famosa brincadeira de colocar só a cabecinha e quando vemos está até ao talo, mas como sempre eu me policiava e não permiti, mas com o passar do tempo, meu pai me convenceu e eu me permiti vivenciar este prazer insano, no começo foi esquisito, ele dizia: “fica sossegada, vou por só a cabecinha, não vou te penetrar”, mas é lógico que ao mesmo tempo em que sentia prazer eu estava bem nervosa com aquela situação e também podera ne? Foi quando eu prendi o quadril do meu pai com minhas pernas e nesta brincadeira meu pai deu uma forçadinha e “ENTROU TUDO”, nossa, vocês não imaginam, mas eu fiquei ao mesmo tempo com raiva e prazer, um prazer que jamais eu havia sentido, consegui chorar e sorrir, depois disso, paramos de brincar, pois eu fiquei muito brava com meu pai. Mesmo assim continuamos a trocar beijos.

Alguns dias depois recebemos uma visita da minha avó, é claro que ela não desconfiou da situação, de vez em quando eu e meu pai trocamos alguns selinhos, tudo muito discreto para que minha vó não percebesse, tudo era muito exitante e me deixava com medo.

Certo dia minha avó foi tomar banho e então falei: “Vamos brincar rapidinho” é lógico que estava morrendo de medo da minha avó sair do banho e pegar eu e meu pai seminus e “transando”, mas ela não viu nem ouviu nada. Entramos no meu quarto e foi quando meu pai ficou de barriga para cima e disse: “É TODO SEU BEM GOSTOSO”, e então vi aquele pau enorme e duro todinho pra mim e comecei a cavalgar em cima dele deliciosamente, senti que seu pau estava quase no estômago. Mas logo paramos, pois ouvimos um barulho e era minha avó saindo do banho.

Posso dizer que este dia foi muito bom, pois chutei o pau da barraca e pensei o mundo que se exploda, quero sentir prazer e foi exatamente isso que aconteceu independente de julgamentos alheios.

Eu e meu pai brincamos até hoje, mas estas são histórias para um próximo conto, em um futuro bem próximo vocês saberão o que é ter um pau duro e grande na buceta sem contar as cavalgadas com o pau duro na minha bunda. Espero que gostem deste conto. Até mais, Esthefani!