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Essa vadia me deixou com muito tesão

Essa vadia me deixou com muito tesão

Hoje ele esta mais bonito, mais sexy, mais feliz. A liberdade fez muito bem a ele. Esta emanando sensualidade em cada movimento. Ao reencontra-lo meu coração acelerou, pequenas correntes de energia percorreram meu corpo todo, mas mais uma vez resisti.

O mais novo local de trabalho dele, uma lanchonete, fica no trajeto que percorro diariamente. Eu poderia mudar meu percurso, mas por que eu faria isso, se ver ele quase todos os dias me faz bem, me excita, faz minha sexualidade aflorar de uma forma há muito tempo esquecida. Na verdade até procurei manter uma distancia segura, só vê-lo por ali me satisfazia. Quando o desejo de me aproximar aumentar, eu procurarei focar no simples fato que sou uma senhora casada e não uma adolescente imatura.

Depois de um dia cansativo, numa noite destas em quem a gente não tem muita vontade de voltar para casa, vencida pela tentação eu parei e entrei para comer alguma coisa no local onde ele trabalha. Adivinha quem veio me atender com um sorriso enorme no rosto? Muito simpático, como naquele dia em que eu o reencontrei. Lindo, sensual, instigando a perversão e a luxúria. Fiquei observando ele trabalhar, parecia ligado em 220. Lembrei daquela noite, dos nossos corpos nus sob os lençóis. Mal conseguia disfarçar a excitação. Naquele dia entendi que eu não iria resistir ao charme daquele homem por muito mais tempo.

Percebi pelo calor dos seus olhares que ele me desejava, me olhava como naquela noite em que estivemos juntos. E aquelas correntes de energia voltaram a tomar o meu corpo.

Enquanto eu esperava pelo lanche ele veio falar comigo, muito discreto falou de coisas banais, triviais. Antes de sair ele me deu um cartão e me disse: “Precisando de algo é só pedir” e voltou trabalhar. E agora, o que fazer com meus valores, meus pudores? Fui educada para ser uma esposa fiel sempre, independente da situação.

Quando cheguei em casa meu marido como sempre já estava dormindo, peguei o cartão e enviei uma mensagem: “Posso pedir?” e essa foi a primeira das muitas mensagens que me levaram aqueles abraços novamente.

A noite esperada chegou e um misto de culpa e desejo tomava o meu ser. Uma desculpa em casa e la estava eu no carro dele novamente tomada pelos mesmos pensamentos da primeira vez. Sentindo seu cheiro, um calor excitante emanando do seu corpo. Meus seios enrijeceram só em pensar que aqueles lábios, aquelas mãos logo estariam em mim, tomando todo o meu corpo, minha intimidade. Explorando cada centímetro. Minha libido nunca esteve tão aflorada.

Naquela noite esperava um sexo selvagem, bruto, com pegadas fortes, do tamanho da minha saudade. Mas minha timidez não permitiu. Na verdade, ao lado dele naquela noite, conheci uma nova forma de amar. Seus lábios tocaram o meus com suavidade, como que acalmando aquela ansiedade que tomava meu corpo. Fechei os olhos e senti suas mãos percorrendo meu cada pedacinho, devagarinho, provocando arrepios, calafrios, um desejo intenso, um calor que se iniava no seu toque e terminava em todo o corpo. Aos poucos controlei a ansiedade, fui relaxando e comecei a tocá-lo como se fosse nossa primeira vez.

Ele brincava narrando tudo que sentia ou fazia e isso começou a me excitar. Ele é muito bom com as palavras. Sua voz, como já confessei no primeiro conto Desejo Proibidome tira a sobriedade. O tesão era grande e a vontade de sentir seu gosto novamente me fizeram sair da minha razão, devagarinho descendo até sua barriga, suas pernas, virilha. Ele gemia gostoso ansioso, mas não mais que eu, para sentir meus lábios naquele p…. macio e gostoso. Cedi ao desejo dos dois, engolindo ele inteirinho. Castiguei ele um pouquinho, de um jeito que adoro fazer, alternando um pouquinho dor e muito tesão. Sentia ele estremecer, gemendo, era muito tesão e ele não resistiu e gozou gostoso na minha boca. Estava com saudade de sentir o gosto daquele homem, de ouvi-lo gemendo alto.

Alguns minutos de uma conversa gostosa regada a um vinho seco, que nesta noite parecia doce ao meu paladar, e começamos tudo outra vez. Me lembro de cada toque dele tentando descobrir os meus segredos, explorando cada centímetro. Narrando cada ação como se fosse um jogo de futebol. Aquela voz gostosa no meu ouvido me dizendo obscenidades foi me deixando louca. Aquele desejo foi crescendo em um dado momento eu já estava quase implorando para senti-lo todo dentro de mim. E ele adivinhando meus pensamentos saciou todos os meus desejos um a um. Ele me fez sentir a mulher mais devassa por estar ali me entregando a ele, como se não existisse nada além de nós dois.

Foram quase 4 horas de muito prazer, mas o tique-taque do relógio me avisa que é hora de voltar a realidade. Foi uma noite perfeita. Em meio a muitas conversas eu brinquei dizendo que da próxima vez quem traria a bebida seria eu. Mas será que vai haver uma próxima vez? Que seja deliciosamente intenso enquanto dure…