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Fazendo sexo por acaso

Fazendo sexo por acaso

Eu iria passar uma semana no nosso sítio, descansar um pouco da rotina da grande cidade e me preparar para a volta às aulas após as férias do meio do ano. Ficaria sozinha, pois minha mãe não conseguiu coincidir suas férias. No sítio vivia apenas o caseiro com sua esposa e filho adolescente, mas não se preocupem, o que vou narrar não tem nada haver com essa família.
Era sexta-feira quando liguei na cidade mais próxima (que fica a pouco mais de vinte minutos do sítio) pedindo o atendimento de um técnico em antenas parabólicas. A firma enviou um rapaz, e, ele chegou no horário combinado, incrivelmente no horário preestabelecido pela empresa. E esse horário foi ao meio-dia.
Por volta das duas ele terminou o serviço. Deixei-o à vontade na casa, ele subiu ao telhado, ajustou a antena, sintonizou o receptor e foi ao terraço para receber pelo serviço.
Eu não fazia ideia de o que iria acontecer, estava sentada numa cadeira de balanço, lendo o romance de Arthur Golden – Memórias de Uma Gueixa, fascinante por sinal.
Eu estava de short curto, largo e de pernas cruzadas, acho que o rapaz viu algum detalhe de minha bundinha devido o cruzar das pernas e se excitou, pois, logo vi o volume crescer em sua calça jeans. Reparei de soslaio no meu decote, nada provocante, comum: uma blusa de malha. Eu não usava sutiã, mas meus seios estavam normais, nada de biquinho retesado ou qualquer anormalidade capaz de provocar ao rapaz a inesperada ereção. Então percebi que pela cruzada de pernas seria possível ver a minha minúscula calcinha vermelha e parte da minha nádega.
Não liguei pra ereção do rapaz, o acompanhei e logo parei diante do televisor para conferir o trabalho prestado. Serviço de primeira, perfeito. Perguntei-lhe quanto me custara e ele emitiu a nota. Eu o pedi que aguardasse e fui providenciar o dinheiro. Após pagá-lo, ofereci-lhe um café. Ele aceitou. Convidei-o à cozinha e lhe servi uma xícara.
— É café de garapa! — disse-lhe. — Adoro fazer café com garapa.
Ele sorriu e disse que estava bom e brincou:
— Já pode casar!
Até então eu não tinha pensado em nada erótico, nada que pudesse preceder uma transa ou qualquer coisa que inspirasse a isso, nem mesmo a ereção que presenciei minutos atrás. Retruquei, sem nenhuma intenção secundária:
— Se eu tivesse ao menos namorado, sua frase se encaixaria perfeitamente na minha vida.
Bobagem a minha. Ele investiu. Parecia que eu havia lhe dado uma brecha. Ele me fez elogios e confesso, me deixou sem rosca. Fiquei vermelha de constrangimento. E o assunto mudou, ficamos horas e horas conversando, falando de literatura, especialmente do livro Memórias de uma Gueixa. Em dado momento, sentei-me e cruzei as pernas, já estávamos na sala, papeando, o assunto ainda era o livro. Percebi que ele buscou a mesma visão de quando ele me abordara na cadeira de balanço. Então tive a certeza de que ele havia visto um detalhe excitante. De fato, meu short largo evidenciava a minha nádega e parecia ao olho alheio que eu estava sem calcinha, pois, era de fio-dental e com as pernas cruzadas, minha poupinha ficava à mostra. Ele excitou, novamente o seu pau estufou o pano da calça jeans. A situação me pegou de surpresa, excitei e os bicos dos meus peitos denunciaram o meu tesão. Do comentário do livro ele mudou para perguntas pessoais e quis saber sobre meu namorado. Eu disse que não tinha namorado e então folguei um pouco a cruzada de pernas, muito sutilmente, a fim de ele ver que eu estava de calcinha e não sem ela como a princípio podia supeitar-se. Ele correu uma olhadela no detalhe que eu lhe exibia e depois desviou o olhar para os meus seios. De onde eu estava, via-me através do reflexo do vitral entre a sala de estar e a sala de jantar. Percebi naquele reflexo que ele via exatamente o que eu desejava lhe mostrar naquele momento. Mas ele não foi afoito, embora seus olhos denunciassem que ele desejava saltar-se de onde estava e me devorar por inteira. Ao invés disso, ele ajeitou discretamente o pau e cruzou as pernas para me esconder a ereção. Continuamos a falar sobre coisas pessoais. Queixei-me do antigo namorado, um traidor. Era mentira, mas isso me deixaria em posição inferior, digna de receber os cuidados daquele macho no cio. Descruzei as pernas. Ele me disse palavras consoladoras. Um roteiro de argumentos os quais eu já tinha ouvido várias vezes. Mas estiquei o assunto, me excitava, na verdade, o jeito de ele me olhar gerava um pensamento erótico e absolutamente sedutor, pois, eu imaginava que ele pensava em me consolar, me dar prazer e sair dali com a certeza de que tivera um dia muito bom. E eu queria providenciar esse bom dia para ele. Estava muito disposta a isso e então cruzei a outra perna, e, num gesto teatralmente inusitado deslizei a panturrilha no joelho em que apoiava e cocei o calcanhar. Isso provocou uma maior visibilidade da minha calcinha. Como se não bastasse isso, curvei-me para analisar o calcanhar.
— Acho que estou alimentando um bicho-de-pé — comentei.
— Bicho de pé?! — indagou ele enrugando a testa.
— Não acredita? — cutuquei uma área do calcanhar a fim de causar um pequeno hematoma.
Ele se levantou e dispôs a ver o bicho de perto. Naquela hora eu já lhe preparava outro bicho para lhe mostrar. Ele se aproximou e se ajoelhou pra ver o meu calcanhar. Olhou-o por instantes e correu os olhos por dentro da perna do short, demorando um pouquinho, o suficiente para apreciar a renda da minha calcinha.
— Não. Não é bicho-de-pé. Talvez tenha sido uma picada de pernilongo… — comentou ele mal podendo esconder-me o tesão. Seu pau estava realmente estufando as calças.
Eu mantive naquela posição e curvei-me ainda mais para verificar o hematoma e conclui que ele estava com a razão.
— É. Talvez seja mesmo uma picada… — murmurei. Lembrei-me de que havia sido mordida nas costas por um inseto quando tomava sol naquela manhã. Havia uma pequena mancha nas minhas costas, logo abaixo da cintura, na altura de minha bundinha, no lado esquerdo da nádega. — Talvez, não! É mesmo picada de inseto. Agora me lembro. Eu fui ataca por alguns maldito quando tomava banho de sol nesta manhã. — disse-lhe e virei-me para trás pra verificar a marca.
Ele passou para o outro lado e foi conferir. Eu descruzei as pernas, levantei a minha blusa alguns centímetros com uma mão e com a outra abaixei também um pouquinho o short para que ele pudesse ver a marca do ataque. Ele constatou que teria sido de fato o ataque do inseto e por consequência viu o fio da minha calcinha e esperto, como era de esperar, disse-me que havia uma outra mancha mais abaixo. Desci o short um tantinho mais e disse que não conseguia ver. Ele insistiu que tinha mesmo outra marca de picada e sugeriu que eu devesse passar álcool ou algum anti-séptico. Eu disse que não gosto de mexer com álcool e que quase incendiei a casa certa vez. Antes que eu completasse a justificativa ele se dispôs a fazer isso por mim.
Fui ao quarto e peguei o vidro de álcool e o trouxe pra ele, que me pediu para deitar-me debruço no sofá e abaixar um pouquinho o short. Assim o fiz. Deitei-me de bundinha empinada e abaixei um pouco o short, quase descobrindo a minha bundinha pela metade, mais que o suficiente para revelar o tal hematoma. Mas eu sabia que esse outro hematoma não existia.
Eu senti a respiração dele mudar quando ele deu de cara com meu fio-dental. Ele controlou-se, encharcou a mão e molhou a minha bundinha, esfregando cuidadosamente como se cuidasse do referido hematoma. E para minha surpresa, ele viu outro hematoma, mais abaixo e indagou se podia passar álcool nele. Eu autorizei. Ele mesmo abaixou o meu short deixando minha bundinha inteirinha à mostra e colocou levemente o dedo onde supostamente estaria a outra marca da picada. Era bem próxima do meu cuzinho.
— Poxa! O safado do inseto queria me comer inteira! — retruquei, fingindo-se brava.
— Ele devia ser macho! — emendou ele numa cantada explícita e retrucou. — Nenhum macho resistiria a essa maravilha… — e riu.
Eu não estiquei comentário, apenas disse-lhe para passar o álcool. Ele molhou a mão e passou, massageou um pouquinho o lugar, mas o álcool escorreu no meu rego e desceu molhando a calcinha. Empinei o bumbum e disse:
— Porra! Cê encheu o meu cuzinho de álcool!
— Desculpa! Eu…
— Olha só! Até a minha calcinha levou a pior! — disse isso já levando a minha mão a fim de afastar a calcinha da minha xaninha e finalizei: — Tá ardendo o meu rabo e a minha bucetinha… — e puxei a calcinha, desnundando a bucetinha.
Virei-me pra ele enquanto mantinha a minha calcinha afastada e dizia que continuava a arder o meu rabo e minha xaninha. Ele olhava como quem queria meter a língua ali e se embebedar de álcool e caldinho de buceta.
— Faça alguma coisa! Vai me deixar arder?! — indaguei, fingindo nervosa.
Ele se manteve petrificado; não esperava que eu fosse puxar a calcinha e revelar a xaninha raspada (a essa altura molhada de tesão). Visto que ele agonizava entre a visão do meu rabo e a pulsação de seu pau em chamas, decidi eu mesmo tirar a calcinha e empinei a bunda, abrindo minha xaninha na cara dele.
— Sopra! Tá ardendo muito, seu porra! — esbravejei.
Ele o fez instintivamente, começou a soprar o meu cuzinho e a minha xaninha.
— Corra! Pegue um copo com água e lave isso aí!… Anda, cara!…
Ele também o fez numa rapidez incrível. Correu, pegou um copo d’água e retornou, jogou vagarosamente a água no meu rego e acompanhava o escorrer dela com as pontas dos dedos como se lavasse o local que ardia. Mal sabia ele que eu me ardia de tesão. Ele jogou água entre os meu lábios vaginais e passou o dedo. Eu me abri um pouco mais e disse-lhe:
— Meu Deus!… Não para! Isso me deixou louca… Continuei lavando a minha xaninha… Não para!
Ele foi obediente e já sabia que eu queria ser penetrada por aquele pau que relutava emocionado dentro das calças. E quando ele acabou de lavar, continuou me alisando, acariciando o clitóris e os lábios vaginais… Abri-me toda e ordenei:
— Enfia o pau!… Me come gostoso!
Ele se despiu, veio com o pau na direção da minha boca e pediu que o molhasse um pouquinho. Dei uma chupada, algumas boas lambidas e me posicionei melhor, de quatro, pra ser enrabada. Ele deslizou o pau entre meus lábios vaginais e forçou a cabecinha de leve, empurrando ininterruptamente até eu sentir as bolas acariciarem o meu grelo. Ele se agarrou à minha cintura e mexeu atrás de mim, num vai-e-vem muito gostoso, enfiado tudo e tirando quase tudo, me deixando enlouquecida… Comecei a rebolar freneticamente e quando anunciei que ia gozar, ele enterrou tudo, com certa força e me fez urrar de prazer. Eu tremi enquanto gozava, tendo espasmos incríveis e ele me comprimiu firme contra sua virilha e não se aguentou, gozou, ejaculando várias esguichadas dentro da minha xaninha e desmontou-se sobre mim por instantes… manteve-se assim por alguns instantes enquanto movia-se suavemente, a fim de manter a ereção… Assim que conseguiu enrijecer o pau novamente, ele deu seqüência ao que chamei de estrepada, pois, o ritmo era frenético e louco, muito rápido, e numa dessas saídas rápidas, daquelas de estalar como o estouro de champanha, ele regressou, acertando em cheio o meu cuzinho e me enterrado a pica inteira numa só estocada. Urrei e gozei ao mesmo tempo e continuei a ter um orgasmo atrás do outro até que ele aumentou a respiração e disse que ia gozar. Quando o seu pau começou a latejar antecipando outra golfada de porra, ele tirou e veio pra esporrar nos meus peitos. Recebi outras golfadas de porra e quando dominado pelo espasmo e se masturbava para retirar a ultima gotinha de porra, eu abocanhei a cabeça melada e suguei com vontade, produzindo um urro leonino naquele rapaz que suspirava de prazer. Ao que o pau enfraqueceu, ele sentou-se ao meu lado. Eu tombei no ombro dele e o encarei risonha. Ele retribuiu o riso e disse murmurante:
— Por essa eu juro que eu não esperava…
— Nem eu — disse por fim e o beijei agradecida.
Beijos, Emanuela.