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O dia em que eu dei bem gostoso pro negão do posto

O dia em que eu dei bem gostoso pro negão do posto

Eu tinha 18 aninhos e estava na melhor parte da safadeza, adorava uma putaria e queria gozar toda hora. Curtia tudo que me dava prazer e desde que tinha dado o cu pela primeira vez tinha me viciado em massagem de pica na próstata. Adorava gozar depois de excitar minha próstata com um cacete por um bom tempo. E como gozava gostoso.
Estava na casa de um amigo. Geralmente passava as férias escolares com ele, chegando a dormir um mês inteiro em sua casa. É claro que só esperavamos todo mundo dormir e começavamos a foder gostoso; punheta, sexo oral, sexo anal, 69 e tudo que desse vontade.
Na frente da casa tinha um posto de gasolina. Toda madrugada um negão tomava conta, havia pouco movimento ali de segunda a quinta, praticamente não passava ninguém na rua. Logo meu amigo me contou inumeras histórias de como o negão comia ele gostoso e claro, aquilo me excitava. Ele falava do pinto do negão e como ele arrombava gostoso o cu dele. Trepavamos os dois excitadíssimos imaginando o negão.
Durante a semana começamos a sentar na calçada e a secar o negão, ficavamos os dois de madrugada conversando até tarde na frente da casa. Não passava ninguém por ali, olhavamos pro negão e vez ou outro nos masturbavamos. Eu metia a mão dentro do shorts do meu amigo e ele no meu, punhetavamos enquanto o negão nos olhava.
Começamos a nos soltar mais e a tirar nossa pica pra fora, enquanto um punhetava o outro, eu inclusive cheguei a mamar a pica do meu amigo e o negão olhando de longe. Faziamos nosso showzinho particular toda madrugada pra ele e eu claro, doido pra dar pro negão.
Até que uma tarde meu amigo chegou dizendo que tinha acertado tudo, tinha falado com o negão do posto que essa madrugada ele iria me comer. Fiquei um pouco com vergonha, mas meu amigo me tranquilizou, dizendo que o negão comia direto ele e não tinha erro, eu ia adorar.
Então na madrugada ficamos os dois sentado na porta esperando o movimento da rua diminuir, eu excitadissimo e com um pouco de medo. Meu amigo ficava me provocando falando como a pica do negão era gostosa e como ele fodia bem.
Já não tinha movimento na rua e eu morrendo de vergonha do negão, meu amigo ficava me atiçando, lembro dele falar:
– você não queria tanto, agora vai lá, tá tudo acertado, ele tá te esperando.
Então eu fui. Atravessei a rua e fui com o negão. Cheguei com ele.
– Oi, onde a gente vai fuder?
Ele ficou parado por um bom tempo me olhando, olhou para meu amigo sentado na calçada que observava tudo. Olhou pros lados pra se certificar de que não vinha ninguém. Então ele se levantou e foi até a parte da oficina que estava tudo escura. Fui atrás, sentia meu coração batendo com força.
Ele se encostou na parede e tirou a pica pra fora. Não dava pra enxergar muito bem, eu peguei no pau dele enquanto meu olho se acostumava com a escuridão. Era uma pica muito grande, maior do que meu amigo tinha dito. Eu punhetava ele enquanto ele fazia força com as mãos na minha cabeça, me abaixando em direção ao seu pau.
Assim que o lugar ficou um pouco mais iluminado eu vi o vulto daquela picona, fiquei louco com aquela visão e me ajoelhei caindo de boca na rola do negão.
Mamava loucamente sem conseguir enfiar tudo na boca, chupando bastante a cabeça do pau, eu sugava aquilo com vontade. Eu mamava e punhetava aquela rola feito uma puta no cio e logo o negão começou a gemer.
Desci com a lingua pelo corpo do pau dele, percorrendo aquela rolona até as bolas, comecei a chupar o seu saco e depois desci mais com a lingua entre o cu dele e a pica. O negão enlouqueceu, me levantou com violencia, me encostou na parede e abaixou minhas calças. Ele pegou aquela picona e enfiou devagarinho no meu cu.
O pau dele entrou um pouco menos da metade e ele começou a me comer. Tentei me conter, mas não consegui. Aquela pica imensa estava rasgando todo o meu cu e logo comecei a gritar. Sentia a mistura de dor e de tesão e gritava feito louco enquanto o negão me comia. Ele metia sem dó e eu já não me importava se alguém fosse me ouvir e gritava loucamente. Ele me acompanhou gemendo a cada estocada que ele dava.
Ele me forçava contra a parede com o seu corpo que começava a suar, sua pica melada já tinha deixado o meu cu dormente, eu já quase não sentia mais nada, até que ele gozou com um grito feroz.
Ele vestiu as calças e disse pra eu esperar um pouco e depois ir embora. Fiquei sozinho na escuridão sentindo a porra do negão escorrendo do meu cu, bati uma punheta e gozei na parede. Atravessei a rua e voltei pro meu amigo.
Ele estava com uma cara meio chocada, dizendo que não acreditava naquilo. Eu perguntei porque, se ele mesmo tinha acertado tudo. Então ele me revelou que era mentira, que nunca tinha transado com o negão nem combinado nada, ele falou aquilo só pra eu chegar com o negão e ele rir da minha cara, mas que nunca imaginava que o negão ia topar.
Entramos e o meu cu doia muito. Meu amigo tava doido pra foder, mas eu não conseguia. Depois de muito perturbar eu concordei em chupar a rola dele e ele gozou na minha boca. Fui dormir e no dia seguinte foi a vez do meu amigo atravessar pro posto de gasolina.