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Peguei a gostosa e muito safada da esposa do porteiro do meu predio

Peguei a gostosa e muito safada da esposa do porteiro do meu predio

Moro num prédio de apartamentos de classe media. Casado, relacionamento normal, de gostos simples e de vez em quando gosto de tomar uma cervejinha num barzinho frente ao prédio. Foi nesse local que conheci o novo porteiro. Conversamos bastante, trocamos muitas ideias e historias de pescador… até que uma mulher veio chama-lo.

Chamou a atenção dos meus olhos aquela linda mulata, de corpo durinho, bem feita de corpo, com as suas coxas forçando o coitado do tecido de seu short… Sim, o short que ela usava era escandalosamente justo e curto! Não havia cabeça masculina que não torcesse o pescoço pra ela! Mais tarde fiquei sabendo que se chamava Renata, dona de um rebolado fantástico e esposa do porteiro do meu prédio! Muita areia para aquele caminhãozinho…

No fim das cervejas, paguei a conta e ele, em sinal de agradecimento, disse que a “saideira” seria na sua casa. Como naquele domingo estava só em casa, aceitei o convite. Chegando ao apartamento, Renata nos recebeu muito bem, inclusive serviu alguns petiscos… Notei que ela estava me cobiçando com seus olhares maldosos. Não sou de ferro! Já fiquei com tesão danado! Depois desse dia, passei a frequentar a casa do porteiro seguidas vezes, sem a sua ausência, claro! Sempre me fazendo de bom e solícito vizinho, caso precisasse de alguma coisa… era só me chamar! Era sempre presenteado com um lindo sorriso daquela morena.

Num dia de chuva, também estava sozinho, resolvi visita-los. A esta altura, estava intimo da casa. Já havia um bom tempo (alguns longos meses, diria eu) que estava naquela paquera velada com a vizinha. Coloquei um casaco comprido, uma calça de abrigo, sem nada por baixo. Minha excitação por ela era tanta que resolvi arriscar.

Renata atendeu a porta, o marido estava no bar, voltaria em seguida. Ela estava mais gostosa do que nunca: com outro short minúsculo que evidenciava aquilo que eu tanto desejava, uma blusa curta que mal cobria seus seios fartos, deixando de fora a barriga lisa e levemente peludinha… Ah, e o melhor de tudo: estava sem sutiã! Seus seios se arrepiaram quando me viram… Sentei-me no sofá e ela na minha frente. Abri o casaco e fiquei de pernas abertas. Não havia como esconder que eu estava explodindo de tesão. Minha calça estava escandalosamente erguida com meu p… latejando lá dentro! Observei sua reação de espanto! Ela começou a ficar inquieta, mal conseguia disfarçar a direção do seu olhar. Molhava os lábios, falava coisas sem sentido, ficou visivelmente nervosa… e os biquinhos de seus seios cada vez mais durinhos. E o porteiro que nunca chegava!!

Não demorou muito, ele chegou. Sentiu-se lisonjeado pela minha visita, me convidou para almoçar. Num descuido dele, fui na cozinha sob o pretexto de levar uma bebida e rocei meu membro nela. Fiz como por acaso, fingindo que estava vendo o molho que preparava. Ela empinou a bunda! Tive que sair de perto… Ela virou-se subitamente e toquei em seus seios enormes! Ficaram intumescidos ao menor toque! Aquela mulher devia ser uma loucura na cama!

Seu marido não fazia a menor ideia do que estava se passando entre nós. Passamos o tempo todo provocando um ao outro de muitas maneiras. Durante o almoço, conversamos, bebemos e o porteiro falava sem parar. A esta altura, não estava mais nem aí pra ele, simplesmente lhe servia doses cada vez maiores de cachaça. Em pouco tempo, começou a enrolar a língua, pediu licença e foi deitar no quarto. Não conseguia nem caminhar direito.

Estava escrito em nossos olhos o desejo de um beijo. Fomos para a área de serviço e nos atracamos num beijo de tirar o fôlego. Fui logo levando a mão por dentro de seu short, ela estava inteiramente molhada e quente! Ela colocou a mão por dentro da minha calça e apertou meu p… entre as mãos. Gemeu quando chupei seus seios… Fantásticos! Nossa tara era muito grande.

Ela, sem esperar minha iniciativa, abaixou o short e a calcinha até os tornozelos e pediu que eu fosse às ultimas consequências. Enfiei nela numa investida só… Estava quase morto de tesão! Renata mordeu os lábios e sufocou seus gemidos; abriu suas nádegas com as mãos para me receber melhor. Meu membro ia sendo envolvido por aquela luva de carne quente, deslizando gostoso pra dentro e pra fora… num ritmo alucinante e perigoso.

Em pouco tempo, ela gozou baixinho. Não podia gritar! Segurou-se na parede para não cair… Tremia! Minutos depois, gozei deliciosamente dentro dela. Mesmo depois de ter gozado, não conseguia sair de dentro dela. Estava gostoso ficar ali. Estávamos suados, coração acelerado, molhados… Ainda tinha tesão pra dar e vender para aquela mulata, que parecia insaciável! Tirou meu p… de dentro dela, ainda duro, umedeceu sua “entrada pelos fundos” e colocou ele bem na portinha…

Pediu pra ir fundo, antes que se arrependesse… Que fosse com força porque ela gostava disso! Não preciso nem terminar a frase e já estava lá dentro, abrindo todos os caminhos de prazer no corpo dela. Obedeci, enfiava insistentemente, fazendo ela se derreter em minhas investidas. Via sua expressão de dor e um sorriso de malicia, um grito velado, suas pernas completamente arregaçadas naquele chão frio. Que mulher gostosa!! Ela adorava fazer aquilo e ainda se tocava com as mãos. Perdi totalmente a noção do tempo e do perigo! A visão daquela bunda deliciosa rebolando na minha frente era praticamente uma visão de outro mundo… Literalmente me levou à loucura! Não pude me conter e soltei um gemido alto de tão intenso que foi quando gozei novamente dentro dela…

Levamos um susto! Ficamos quietos por um bom tempo, ainda ligados um ao outro. Ele poderia acordar! Mas não foi o caso. Estava na cama, roncando, completamente alheio ao fato. Nos arrumamos, ela beijou-me ardentemente e fui embora logo em seguida. Tinha que voltar para casa, minha mulher estava quase por chegar. Na porta, ela me pediu pra voltar mais vezes… E assim foi por muito tempo! Depois desta tarde, passei a fazer visitas constantes a Renata e passei a ser o grande amor (secreto) de sua vida.

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  • Postado por: Zé Carioca
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  • Data: 06/07/2013
  • Categorias: Contos