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Vadia deliciosa encantando o seu amado

Vadia deliciosa encantando o seu amado

Era noite quando meu celular tocou. Fazia frio, o asfalto lá fora estava molhado e o vento frio era um convite para a cama. Eu estava vendo televisão e o filme que passava não era muito bom. Mas o celular tocou, olhei para o visor e percebi que era uma amiga. Logo pensei em tudo de ruim… Mas ela disse que precisava de minha ajuda. Não explicou em que eu poderia ser útil, apenas disse que precisava de minha ajuda. Morávamos a uma certa distância, mas fui assim mesmo. Fiquei preocupado. Ela me pareceu um tanto distante… Mas amigo é pra essas coisas não é?

Ao chegar lá, toquei o interfone e me identifiquei. O portão destravou e subi. Quando cheguei haviam luzes apagadas e naipes de baralho no centro da sala. Ela estava com seu vestido preto, me deu um sorriso e pediu que me sentasse ao lado do centro. Perguntei qual era urgência da situação. Ela me deu um sorriso malicioso e disse que a noite estava muito chata e que diversão era urgente. E como eu era seu amigo tinha “obrigação” em ajudá-la!

Senti um clima diferente no ar… Me perguntou se eu gostava de jogar, disse que não tinha habilidades com o baralho mas que poderia tentar. As taças de um vinho tinto e doce tocaram nossos lábios e começamos a jogar. Apesar do frio, a noite prometia algo. Achava ela bonita, mas nunca tínhamos ido além dessa gostosa amizade…

O vinho já estava fazendo efeito e não tinha como deixar de perceber os seios delas toda vez que ela se inclinava para jogar a carta na mesa. Seios morenos, medianos, ficava pensando que gosto teria. Ela leu meus pensamentos e disse:

– Vamos apostar? Não precisa ser dinheiro, que tal usarmos nossas roupas? Quem perder tira uma peça.

Logo me excitei com a proposta. E aceitei! Ela ganhou as duas primeiras mãos e lá se foram minha camisa e calça. Ganhei a terceira, lá se foi o vestido…pra minha surpresa não estava de top ou sutiã. Ela era linda! Literalmente passei a vê-la com outros olhos… Ela pôs a mão nos seios e não pude vê-los na sua beleza total. Ganhei a outra mão. Ela me olhou e disse:

– Só resta a calcinha. Tiro? Ou você vai tirar?

Ela ficou em pé, de costas para mim, segurando seus longos cabelos. Pernas mais abertas. Olhou para mim girando a cabeça e disse:

-Vem, esquenta minha noite logo. Foi pra isso que te chamei!

Fui… Nem precisou um segundo convite! Beijei seu pescoço, a mão esquerda estava dentro de sua calcinha, a direita nos seios. Ela gemia no ouvido e pedia:

– Beija ela, beija?

Arranquei sua calcinha, deitei ela no sofá e logo a língua começou a trabalhar… Era tão gostoso estar ali… Ela estava bem molhada, gemia pedindo mais…

– Quero você todo dentro de mim… Todinho…

Já estava louco… e fiz sua vontade. Encostei minha morena no sofá. Seus joelhos tocavam o tapete, a calcinha já estava misturada com os baralhos. Minha língua tocou seu pescoço, veio descendo nas suas costas. Quando minha boca chegou em sua bunda, diga-se de passagem que bunda bem feita, morena e gostosa. Não aguentei e dei umas mordidas, leves tapas. Segurei seu cabelo e ela disse:

– Mete, mete bem gostoso.

Obedeci. Comecei a penetrar com lentidão, depois acelerei mais, mais, mais e mais. Ela rebolava e eu parecia que fui feito pra ela… Não aguentei e puxei seus cabelos! Além de dar mais tapas, ela gritava:

– Bate! Me faz vadia!! Bate…Ai bate…Que gostoso, vai..

Nossa, parecia uma cadela no cio de tão feroz… Ela me engolia dentro dela, toda molhada. De repente ela disse:
– Quero ele na boca, agora…

Ela sentou no sofá; segurou ele e lambeu. De cima a baixo. Chupava gostoso. Estava com um tesão louco e eu ia gozar desse jeito.

– Goza na minha boca. Bebo ele.. Toda vez que vejo você imagino esse gosto.

Ela chupou mais forte e dei o que queria. Gozei na boca dela… Tudo… Caía nos seios, ela passava o dedo e lambia. Nossa amizade se “fortaleceu” ali…

Terminamos e voltamos a jogar…agora sem roupas. A noite estava apenas começando!

  • Avaliação: 100%
  • Postado por: Zé Carioca
  • Visitas: 1098
  • Data: 05/07/2013
  • Categorias: Contos