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Conto de Sexo Nacional – Transando Com Minha Chefe na Festa da Empresa

Conto de Sexo Nacional – Transando Com Minha Chefe na Festa da Empresa

Quando batemos a meta da empresa sempre temos uma festa de final do ano. A empresa organizava a festa de modo que só acabasse no dia seguinte, com lugar para todos dormirem.
Geralmente não podemos levar família, portanto algumas pessoas nem vão.
Meu marido ficou com ciúmes por que já teve motivos pra desconfiar de mim. Quando disse pra minha chefe que talvez eu não iria ela me disse isso:
– Vamos sim Katy, provavelmente vão me arrumar um quarto, podemos beber e ficar por lá mesmo.
Eu um pouco insegura ainda questionei se não seria perigoso e arriscado demais, ela então me disse que um dos diretores tinha contratado algumas garotas de programa, se aquilo fosse arriscado pra gente também seria pra eles rs.
Chegado o sábado combinamos de nos encontrar e seguimos pro sítio. O lugar é um pouco afastado, talvez por esse motivo a música alta e muita bebida, deviam ter umas 60 pessoas mais ou menos e o sítio era dividido em duas casas, uma com cômodos maiores, onde dormiria a maioria e outra casa grande com corredores grandes e vários quartos, quase um hotel… além de piscina, churrasqueira e a área de lazer.
Logo que cheguei fiquei de papo com um pessoal do escritório, alguns amigos, umas meninas que já trabalhei juntas, percebi que um dos rapazes ficava me encarando, minhas amigas também comentaram, inclusive Silvia. Aquilo seria muita loucura e muito mais arriscado, resolvi não dar muita atenção.
A noite caiu e resolvi beber, Silvia já estava um pouco alterada e me chamou pra conversar, disse que não me queria com outra pessoa alí, já era muito pra cabeça dela ter que me imaginar com meu marido. Eu disse que era poderia ficar tranquila que não aconteceria nada fora do planejado. Discutimos alguns minutinhos até começar a bater uma vontade louca.
A gente estava no sofá de frente pra todo mundo e não podia acontecer nada entre a gente, mas a vontade era imensa. Silvia disse que iria “dormir” por volta de dez horas, eu simplesmente concordei e disse que também iria, estava exausta.
Colocamos nosso plano em prática, já tínhamos combinado tudo, ela iria na frente e entraria no seu quarto e eu daria a desculpa que também estava cansada e entraria logo depois. Tudo aconteceu como combinado, alguns minutos depois que minha chefe entrou eu apareci na porta do quarto dela, rapidamente ela me puxou pra dentro e começou a me beijar.
A bebida parece que a deixou mais maluca que o normal, o quarto era no andar de cima e estava com a janela aberta, provavelmente ninguém veria mas não era legal arriscar. Ficamos nos beijando e trocando carícias, até que Silvia não se aguentava mais e começou a sussurrar;
– Me chupa amor, rápido!
Eu rapidamente atendi ao pedido dela, começamos a tirar as roupas e logo comecei a beijar seu corpo, seus seios, barriga, virilha…
A buceta de Silvia parecia maior a cada vez que a gente se envolvia, ela tem uma buceta grande e “carnuda” como dizem rsrs
Comecei beijando os lábios, lambendo minha chefe linda…
Silvia já estava bem alterada por causa da bebida, começou a puxar meu cabelo bem forte, estava mais violenta que o normal e eu estava gostando.
Ela em pé, apoiada na parede, eu ajoelhada, lambendo e chupando aquela buceta molhada, que escorria de prazeres por mim. Era tudo que planejamos só que ainda melhor rsrs
Comecei a intensificar minhas chupadas, Silvia se contorceu até se deitar no chão mesmo, eu não parava de chupar, fui chupando mais rápido e mais rápido, foi então que ela deu um suspiro e desfaleceu de prazer, me deu um tapa tão gostoso na cara que eu mordi um pouco forte a buceta dela, ela então sorriu e disse que assim que ela gosta.
Silvia se levantou e disse pra eu ficar a vontade, ela precisava de um banho, estava bêbada rs, eu estava adorando aquela situação. Ajeitou suas coisas e se dirigiu ao banheiro, eu podia ouvir o barulho da água caindo, fiquei alí imaginando aquele corpo.
Fiquei deitada na cama, ainda nua, comecei a lembrar todas as nossas transas, no escritório, no carro, na cama… Ela então saiu do banheiro, cabelos molhados e ainda de toalha me olhou e começou a sorrir, perguntou o que eu estava imaginando. Eu respondi que estava lembrando nossas loucuras, então ela respondeu que eu poderia parar de imaginar e realizar.
Me levantei feito uma tarada, fui pra cima de Silvia sem pensar duas vezes, comecei a beijá-la, pegava em seus seios com uma das mãos e com a outra tocava sua buceta, ela se excitou rapidamente e melou meus dedinhos, rapidamente coloquei em sua boca pra chupar.
– Gosta do seu gostinho amor?! Então lambe meus dedos, vaii!
Ela sugava meus dedos como se fosse um pau gostoso na sua boca, que boca maravilhosa daquela mulher, além de tudo ela sabia muito bem como usá-la rs
Silvia me levou pra cama, me jogou, literalmente!
Veio por cima de mim, me dominando, da forma que ela faz melhor. Subiu sobre mim e ficou me beijando! Beijava minha boca, meu pescoço, foi descendo pros meus seios… Aiii, só de lembrar me arrepio!
Ela lambe meus seios de uma forma maravilhosa, passa a língua em volta do biquinho e depois suga bem gostoso, depois coloca o biquinho na boca e fica passando a língua bem rápido, aquilo me deixa descontrolada e foi assim que fiquei.
Enquanto ela mamava meus seios eu mesmo deitada apertava sua bunda, tentava levar minha mão até sua buceta, apesar da posição eu estava doida pra penetrá-la com meus dedos, foi então que ela percebeu e começou a falar no meu ouvido;
– Amor, me come? Preciso dos seus dedos em mim
Respondi sussurrando que seria maravilhoso e logo obedeci minha chefe.
Ela se posicionou quase que de quatro em cima de mim, na mesma posição de 69, com a buceta bem de frente pra mim e ficou rebolando. Fui com meus dedinhos até aquela buceta linda, comecei então a tocar e penetrar minha amante.
Depois de alguns minutos eu notei que ela não estava mais em sã consciência, pedia pra eu meter, falava coisas sem nexo, palavrões, chamava o marido. Aquilo estava fora de controle, então eu resolvi fazer um teste. Me levantei e coloquei ela de quatro na cama, fui por trás e fiz como um homem faria, ela rapidamente empinou o bumbum pra mim, lambuzei o cuzinho dela coloquei meus dedinhos. Silvia delirava, assim como eu ela gostava de dar seu buraquinho.
Fiquei alí, fudendo o cuzinho da minha amante linda, ela rebolava nos meus dedos, até então eram dois, logo coloquei mais um e ela pediu mais. Me posicionei melhor, de forma que conseguisse tocar o grelinho dela com uma mão e penetrar o cuzinho com outra e comecei a socar 4 dedinhos naquele cu maravilhoso.
Silvia começou a chamar novamente o marido, aquilo estava me assustando e ao mesmo tempo me excitando, foi então que ela pediu pra eu enfiar também os dedos na buceta, coloquei logo os quatro, fiquei com quatro dedinhos em cada buraco daquela vadia.
Ela rebolava pra mim, me chamava de macho, dizia que me amava, estava alucinada. Foi então que perdeu o controle e começou a gemer alto, eu precisava fazê-la gozar rápido, ou ela acordaria alguém ou chamaria muita atenção, comecei a tocar o grelinho com mais intensidade e ela rapidamente gozou, foi maravilhoso, o cuzinho se contraiu, a buceta jorrou um líquido quentinho em minha mão. Rapidinho Silvia me puxou e começou a me beijar, dizia que me amava, que me queria pra ela.
Eu mesmo assustada disse o mesmo pra ela, falei que a gente iria ficar juntas e ela então ficou bem emocionada, me abraçou e ficamos alí deitadas. Conversamos um tempo até retomar as forças rsrs
Depois de um tempo fui pra janela, dava pra ver o pessoal se divertindo, eu estava feliz em dar prazer pra minha chefe mas eu ainda não havia gozado. Foi então que senti uma lambida no bumbum, eu congelei, Silvia me mandou ficar quietinha e continuar observando o pessoal lá fora. Ela se ajoelhou no chão, atrás de mim e começou a beijar minhas coxas, meu bumbum e por fim minha buceta, ela abriu minhas pernas e ficou me chupando alí mesmo.
Eu disse que podíamos ir pra cama, ela me mandou ficar lá, olhando pro pessoal na festa, simplesmente obedeci. Ela então abriu minha bunda e começou a lamber meu cuzinho, era demais aquela sensação!
Alguns minutinhos depois ela começou a me tocar, esfregava meu grelinho como só ela sabe fazer, conhece meu corpo melhor que eu rsrs. Agora eu tinha uma língua quentinha no meu cuzinho e dedinhos perfeitos me tocando na buceta, era demais.
Ela então pediu pra eu dizer o que estava acontecendo lá fora e comecei a narrar;
– Fulano está bebendo…
– O diretor está paquerando a secretária, etc
Foi então que vi Giovani, o rapaz que estava me olhando no começo da festa, disse que ele estava sentado, então ela parou de me chupar, se levantou e disse no meu ouvido pra eu ficar com o olhar fixo nele, eu concordei balançando a cabeça positivamente e ela voltou pra sua posição anterior.
Ela apertava minha bunda com uma das mãos e com a outra tocava meu grelinho e vez ou outra lambia meu cuzinho, eu me apoiei na janela, sentindo o vento que vinha lá de fora e olhava fixamente pro rapaz assim como ela me pediu. O tesão foi tomando conta de mim e ela percebeu.
Silvia se levantou, me abraçou por trás de uma forma louca, enfiando dois dedinhos no meu cuzinho e colocando uma mão na frente pra continuar tocando meu grelo. Eu questionei que alguém podia nos ver, ela então sorriu e disse que deveria ser Giovani, que ela estava morrendo de ciúmes.
Foi então que ela ficou mais intensa e violenta, de uma forma excitante, claro. Ela me penetrava feito um homem, ou melhor! Me comia e me tocava, era perfeito.
Rapidamente subiu um calor pelas pernas e gozei na mão da minha amante, ela então me deu pra lamber, assim como eu havia feito mais cedo com ela. Se ajoelhou novamente e se dirigiu ao meu cuzinho, eu disse pra ela não fazer mais, eu estava com as pernas bambas. Simplesmente me ignorou e começou a babar todo meu cu, lambia feito uma louca, alguns minutos depois eu não conseguia me controlar novamente.
Fiquei em uma posição mais confortável, abri as pernas e com as mãos abria meu bumbum pra facilitar a penetração da língua da minha chefe. Ela por sua vez lambia feito uma tarada, e voltou a me tocar na frente, eu rebolava e pedia mais…
Silvia me pediu pra ficar com os seios a mostra na janela, se alguém visse eu diria no dia seguinte que estava tomando um ar, aquilo seria arriscado, mas eu fiz. Logo que me coloquei na janela, Giovani me olhou, fingi não estar vendo (ele poderia muito bem estar no quarto comigo rs). Quando estava quase gozando fechei as cortinas, comecei a gemer pra minha chefe e logo gozei.
Minha amante era sensacional e sabia me satisfazer. Voltamos pra cama e ficamos conversando sobre um monte de coisa, ela me perguntou se alguém havia me visto, eu disse que talvez Giovani, mas não tinha certeza, disse que eu achava ela até bonitinho mas ela seria meu macho dali em diante.
Silvia me fez algumas propostas que me deixaram pensativas, tenho um tesão muito grande por ela e um carinho e respeito também, prometo que vou pensar em tudo que ela disse.
Dormimos e no dia seguinte saímos como se nada tivesse acontecido, ninguém comentou nada e ficamos mais tranquilas. No domingo a tarde voltamos pra casa, Silvia me levou em casa e se despediu de mim com um beijo, nunca tinha feito aquilo, não na porta da minha casa, fiquei um pouco “balançada”, talvez eu esteja gostando ela além de só sexo.