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Conto Porno Brasileiro – Minha Amiga Lésbica

Conto Porno Brasileiro – Minha Amiga Lésbica

Conto Porno Brasileiro – Minha Amiga Lésbica

Vou usar nomes fictícios e vou ocultar as cidades onde a história aconteceu, porque tratam-se de fatos reais.

Minha mulher Karen trabalha na Polícia. Um lugar cheio de mulheres que gostam de mulheres. Logo que ela entrou na corporação fez amizade com uma outra policial chamada Eva.

Eva é uma mulher bonita. Loira, cabelo liso, magra na medida certa, pouca bunda, mas seios fartos. Eva é daquelas lésbicas que gostam MUITO de cerveja e de mulher. Ela nunca escondeu a admiração pela Karen. Também pudera, minha mulher é um espetáculo. Barriga chapada, coxas grossas, umas bunda sem igual, seios médios com bicos rosados, loira, olhos verdes e um rosto lindo.

Certa vez, depois de uma operação policial, fomos a um bar no Guarujá e começamos a beber. A Karen nunca foi muito de entornar o caneco, mas esse dia, estimulada pela amiga, tomou todas. E a Eva acompanhou.

Durante a conversa, lancei várias brincadeirinhas dizendo que deixaria a Karen me trair se fosse com a Eva. Lá pelas tantas, Karen foi ao banheiro e aproveitei para ser direto com a Eva. “Quer pegar a Karen? Vamos convencê-la a ir pro motel.”

Eva quase não acreditou, mas topou. Quando Karen voltou, a Eva disse: “Ká, quero tomar um banho de banheira. Você e o Felipe podiam ficar no quarto do motel, enquanto eu fico no banheiro. Que tal?”

Karen balançou a cabeça, mas aceitou.

Eva se escondeu atrás dos bancos do meu carro e entramos. Pegamos um quarto grande, com uma bela banheira e uma cama no banheiro. Ligamos a música alto, luz negra, e as meninas começaram a dançar no polly dance em frente ao espelho. Não deixei faltar bebida. Pedi champanhe e morangos.

Eu vendo aquilo já estava bem excitado. Peguei a Karen por trás e comecei a beijar a nuca dela, apertando os seios. Logo a deixei sem o vestido. Karen usava uma calcinha fio dental e salto, sem sutiã. A cara da Eva ao vê-la quase nua foi sensacional.

Eva também tirou parte da roupa e ficou só de calcinha e sutiã. Antes perguntou: “O Fê não liga, né?” Imagina se eu ia ligar de ver duas delícias seminuas.

A Eva começou a investir na Karen, mas minha mulher não gosta de mulher. Sempre deixou isso bem claro. Então eu é que fui pra cima da Karen, que ficou um pouco envergonhada de fazer as coisas na frente da amiga.

Bati uma siririca para a Karen de pé e depois a coloquei deitada na cama. Aí a Eva não se segurou. Caiu de boca na buceta da minha mulher.

A Karen deu aquela risada de constrangimento, mas estava bêbada e cheia de tesão. Deixou rolar. Eu fui à loura vendo aquilo.

Fui até a Ká e comecei a beijá-la na boca. Poucas vezes ela me beijou com tanta vontade.

Karen então ficou de quatro para a amiga e abocanhou minha rola. Fiquei de pé na cama, com a Karen nua na minha frente me fazendo uma chupeta e a Eva, nua também, chupando a buceta da minha esposa.

Foram minutos inesquecíveis de puro tesão.

A Karen então disse: “Amor, me come.”

Sentei na cama e ela cavalgou na minha rola. A Eva abraçou-a por trás pegando nos seis e tentou beijá-la, mas como disse, a Ká não gosta de mulher. Eva se contentou em beijar a nuca dela.

Karen gozou. Não paramos de beber.

Aí foi minha vez de tentar pegar a Eva, mas minha mulher não gostou nenhum pouco. A Eva disse: “Fê, é só pôr a camisinha e pode vir.”

Fiquei louco de vontade de comê-la, mas o ciúme bateu forte. “Nada de enfiar”, disse a Karen.

Dei umas belas dedadas na Eva. Na buceta e no cu enquanto ela estava deitada na cama. A Eva então ficou de joelhos na cama e pude chupar as tetas dela. Que delícia. Mais gostosas e fartas que as da minha mulher. Chupei tanto que a Karen mandou parar e me puxou.

Voltei a comer minha mulher. Fodi forte.

Fudemos em várias posições e a Eva olhando. Até que ela perguntou: “Ká, você já fez dupla penetração?”

A Eva pegou um vibrador que estava no quarto do motel e fez a Eva ir por cima dela na cama. A Eva enfiou a rola de borracha na buceta da Ká.

Eu fui por trás e mirei no cu. Karen não era muito de me dar o cuzinho, mas naquela noite não hesitou. Enfiei devagar até o talo.

Karen começou a gemer. Comecei a bombar e Karen gemia mais alto. A certa altura, a Ká urrava. Enquanto isso, ela enfiava quase a mão inteira na buceta da Eva batendo uma para ela.

Eu perguntei se ela queria parar e ela falou: “Não para, seu filho da puta. Me fode mais.”

Era lindo ver no espelho os seios das duas esfregando e eu enrabando minha mulher. Pena que não filmei.

A Ká gozou mais uma vez. Eu gozei no cu dela. A Eva gozou na siririca.

Foi porra para todo lado.

Caímos bêbados na cama e dormimos exaustos de tanto fuder.