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Conto Porno – O Segredo Gostoso de Ter um Amante

Conto Porno – O Segredo Gostoso de Ter um Amante

Conto Porno – O Segredo Gostoso de Ter um Amante

Bem diante dessa vida que não é nenhum conto de fadas, levo minha vida como posso. Descobri o gostoso segredo de ter amante ha certo tempo atrás. Depois que o bebê nasceu, engordei muito e estou longe do corpinho que tinha quando era mais jovem. Autoestima baixa, me sentindo um verdadeiro “patinho feio”, não me restava nada mais a não ser me apegar ao trabalho.

E ele foi me apegando no trabalho que fui surpreendida demais com isso. Em uma reunião com vários colegas de profissão conheci alguém, que no primeiro momento me deu a impressão de ser alguém prepotente, com certa medida de arrogância, alguém que não sabia ceder e que se achava a “última bolacha do pacote”.

Depois de algumas conversas fui percebendo que estava errada e vi que era pessoa de boa índole. Um profissional respeitável, o que me fez passar a admirá-lo.

Outras reuniões vieram e sempre conversávamos um pouco. Passei a ouvir elogios e comecei pensar que ele estava ficando louco. Passei a achar que o mesmo estava louco. Como poderia me achar linda? Logo eu, com os quilos a mais?

E os elogios intensificaram dia após dia até que um dia ele pediu o número do meu telefone e me convidou para almoçar. Nossa! Há quanto tempo não ouvia tantos elogios, nem meu marido me elogia mais isso já á tempos. Ainda mais outro homem!

Fiquei sem graça e tentei desconversar.

Passou a me ligar para dar bom dia ou apenas um oi… Sentia falta quando não ligava.

Minha autoestima conheceu o auge pleno. Eu me considerava a mais bela e sexy das mulheres. Meu pensamento voltou-se para aquele homem em cada parte do meu dia.

Após um feriado sem ouvir a sua voz, tomei a iniciativa de ligar e dizer “bom dia”. Que felicidade em ouvir ele. Em seguida veio o convite para um passeio com ele no fim da tarde. Perguntou-me se tinha pressa de voltar pra casa.

Aceitei na mesma hora, dizendo que não tinha problemas. Conseguiria sair um pouco mais cedo do trabalho para que pudéssemos nos ver. Marquei local e hora para me pegar, pois eu estava sem carro.

Na hora exata, estava lá me esperando. Avisou-me que íamos pegar a estrada e tomar um vinho em uma adega que o mesmo queria conhecer.

Conversamos muito sobre tudo: profissão, vida, família, amigos… Até chegar direto ao assunto: estava interessado em mime não parava de pensar em nós dois.

Perto da hora de ir embora, aproximou-se e roubou o primeiro beijo. Fiquei imóvel, coração batendo forte, sem reação para o inevitável. Senti-me uma adolescente.

Dirigimos-nos ao carro sem dizer uma só palavra. Ali aconteceu o segundo beijo, agora com mais intensidade. Começam então os conflitos, o medo, as incertezas, o pânico por estar entrando em um relacionamento fora do casamento, por estar beijando outro homem que não é o meu marido, pela possibilidade de que o próximo encontro não ficará apenas nos beijos e abraços…

Passei o fim de semana seguinte em uma batalha interna intensa. Pensei nele 24 horas por dia.

Dias depois, ele telefona e pergunta se podemos nos encontrar naquele exato momento, pois queria minha companhia para uma reunião. Peguei minha bolsa e fui. Deixei meu carro no estacionamento de um supermercado e entrei no seu carro. Cada vez que o carro parava, nos beijávamos.

Durante o trajeto, deixou bem claro o que esperava desta aventura. Ele era casado, tinha filhos e era sete anos mais velhos que eu. Não largaria a esposa por minha causa.

Bom, não sei se respirei mais aliviada ou se fiquei decepcionada, mas só o fato de não ser colocada contra a parede para resolver a minha vida já me deu um grande alívio. Resolvi encarar apenas como uma aventura. É melhor assim para ninguém se machucar.

Depois da reunião de trabalho, ele me deixou no estacionamento para que pudesse pegar o meu carro e seguiu seu caminho para um compromisso com sua esposa.

Os dias foram passando…

Uma bela manhã de quarta-feira, ele me liga e pede para que eu o busque, pois estava sem carro. No caminho, propôs que fossemos ao Motel. Eu já esperava esse pedido e com muita ansiedade. Topei na hora e ele me disse qual caminho seguir.

Chegando lá, o quarto praticamente pegou fogo! Nossa, que homem! Ele chupava meus seios com uma vontade louca, como se estivesse com uma fome de dias. Seus dedos me tocavam com tanta destreza que logo gozei, ficando com as pernas bambas.

Alcancei seu sexo com minha boca e comecei um vai e vem tão intenso que quase não aguentou. Pediu que parasse imediatamente, pois queria gozar junto comigo.

Nossa transa foi sem pressa. Penetrou-me com uma vontade tão grande que cheguei a gritar de tanto tesão. Em cima dele, conduzia todos os movimentos enquanto ele acariciava meus seios. Deliciava-me com seu olhar de desejo.

Cheguei à casa exausta. Cada vez que eu lembrava aquele sexo maravilhoso, me arrepiava de tesão. O tempo passou, continuamos nos encontrando. Saí do meu trabalho e hoje somos sócios.

É maravilhoso trabalhar com meu amante, saber que o tenho a qualquer hora do dia. Se a vontade surge, inventamos uma reunião, nos trancamos em uma de nossas salas e fazemos muito sexo. Muito mesmo!

E quando a excitação pede algo com mais fetiches, inventamos uma visita em algum cliente e vamos para o motel, onde fazemos verdadeiras loucuras!

Estamos agora conversando sobre swing. Ainda não experimentamos, mas estamos loucos pra conhecer. O combinado era “não se apaixonar”, mas acho que quebramos as regras do jogo.

Faço de tudo por ele!
Autoria: Maristela M.